16 de dezembro de 2012

Fim de Ano no Foplock TV


Se tivesse que escolher uma palavra para resumir o Foplock TV neste momento, ela seria Satisfação. Digo isso porque apesar das dificuldades e dos contratempos ao longo do ano, carrego a alegria de ter cumprido meu dever. É claro que poderia ter sido melhor, mas é nesta hora que agradecemos a Deus por existir mais um ano onde todos podem reorganizar seus planos e traçar novas metas. Aquela velha história do "ano que vem vai ser diferente" pode até ser irritante para muitos que a enxergam apenas como uma forma de fazer promessas e tentar justificar o próprio fracasso, mas o que seria se o "ano que vem" não existisse? 


Desse modo... podemos dizer que quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um individuo incrível. Doze meses é tempo suficiente para qualquer um se cansar e entregar os pontos. Mas ai entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e com outra vontade de acreditar que daqui em diante será diferente.


Esta é a mensagem de ano novo do Foplock TV e para encerrar este ano escolhi um curta bem simples, mas que não perde a excelência.





Agora se você realmente acredita que o mundo vai acabar antes disso, clique aqui entre no clima.

1 de dezembro de 2012

Um Curta Corporativo


Todo dia é aquela mesma rotina. Acordamos cedo e depois vem o serviço, escola, faculdade e mais um monte de situações repetitivas que nos fazem ao menos uma vez refletir sobre como nossa vida pode ser entediante. O curta El Empleo aborda os aspectos da sociedade atual onde a tecnologia, a qualidade de vida laboral e as relações interpessoais carecem de um debate filosófico mais profundo, pois estão ligadas diretamente a vida de cada pessoa.

A aminação não conta com recursos gráficos e sonoros muito complexos, mas é justamente a simplicidade que a torna tão genial.

Assista o curta, reflita e tire suas próprias conclusões.









23 de novembro de 2012

Velho Mundo - Curta


Nem sempre o que se traz de uma viagem são apenas fotos e lembranças. Velho Mundo é um curta nacional de ação e suspense que lembra os filmes sobre apocalipse zumbi.




12 de outubro de 2012

Cenário Artístico Nacional


Seja em salas de cinema ou na internet, quando procuramos por um bom filme, animação, série ou HQ geralmente temos como referência projetos internacionais. Muitas pessoas se referem a dramaturgia nacional como ruim, sem graça e cheia de "defeitos especiais". É fato que a indústria cultural brasileira não está plenamente desenvolvida, mas por outro lado existe um grande número de produtores, escritores e entusiastas que permanecem no anonimato por falta de apoio financeiro para por suas ideias em prática e, para nossa alegria, este cenário está mudando.


Navegando pela rede é possível encontrar blogs, agregadores e sites que estão abrindo espaço para divulgação de contos dos mais diversos temas escritos por profissionais e amadores. No ano passado portal de notícias IG selecionou cinco autores de HQ nacionais e divulgou suas obras. Também podemos destacar a brilhante ideia que o Minilua teve de divulgar contos escritos por seus leitores.



HQs disponíveis para leitura no IG Quadrinhos


Outro site interessante é a Plataforma de Financiamento Colaborativo Catarse, por onde é possível financiar os mais diversos projetos, sejam eles socioculturais, ambientais, audiovisuais ou artísticos. Atualmente (entenda-se agora) está ocorrendo o Festival do Minuto onde produtores do Brasil inteiro participam com suas micrometragens.


Não podemos esquecer também dos incentivos governamentais (em especial Ministério da Cultura) que por mais controversos que possam ser, estão ajudando muito os trabalhos nacionais.


Finalmente, no que diz respeito ao cinema, estamos começando a abandonar os clichês como carnaval e violência urbana. Não que Tropa de Elite, Carandiru e Cidade de Deus sejam ruins. São ótimos, mas os produtores não podem ficar restritos apenas a esta temática. Há outras coisas que se abordar. Filmes como Paraísos Artificiais, Se Eu Fosse Você, O Palhaço e Xingu, não seguem essa linha clichê.



Cena do filme Paraísos Artificiais


Ademais, somos muito elogiados pelas produções com maior carga cultural e humanista, mais reflexiva, voltada a arte e não ao capital, diferente de muitas produções hollywoodianas que não passam de conceitos pré-fabricados e ficam longe da proposta de cinema como veículo cultural e artístico. Há que diga que isto é reflexo do baixo orçamento que exige criatividade e inovação dos produtores, porém isso não tira a excelência de muitos projetos nacionais.


Podemos concluir que não só o cinema, mas nossa indústria cultural está crescendo e se popularizando. Aos poucos os brasileiros estão começando a se dar conta de nosso potencial artístico.


Por fim, recomendo a vocês que fiquem atentos a mais nova animação brasileira: “Uma História de Amor e Fúria”. Parte da trama se passa em um Brasil futuro, no ano de 2096 onde a água é controlada por uma empresa bilionária chamada Aquabrás e o presidente do país é um pas... Bem... Se estiverem interessados vejam o post anterior.


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11 de outubro de 2012

Uma História de Amor e Fúria


A animação "Uma História de Amor e Fúria" é um dos filmes selecionados pelo Festival do Rio 2012 para competir na Premiére Brasil, que pela primeira vez na história terá uma animação na disputa pelo troféu Redentor na categoria ficção.


Dirigida por Luiz Bolognesi e financiada pelas produtoras Gullane e Buriti, a obra possui traços e linguagem de HQ, sendo voltada para os públicos jovem e adulto.




A Trama

16 de setembro de 2012

Uma Obra Portuguesa com Certeza


Produzido pelo português João Salaviza, o curta metragem Arena explora a temática da violência juvenil em mescla com a vida suburbana, tédio e falta de liberdade.

Para desenvolver sua ideia, Salaviza explorou a singularidade dos personagens e a maneira com que as circustâncias podem interferir no contexto final. Ele consegue transmitir muito bem a carga psicológica ambientada na trama por meio da violência e uma pequena dose de sadismo. Não foi por menos que sua obra foi contemplada com a Palma de Ouro de Cannes em 2009.




O curta conta a história de Mauro (interpretado por Carloto Cotta), um rapaz que cumpre pena em prisão domiciliar e tem que enfrenta o lema entre transgredir a lei para acertar contas com um grupo de garotos marginais ou aceitar seus atos sem questionamentos.



Créditos:  

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